Tratamento com Ibogaína

Dependência química é uma doença?

Dependência química é uma doença?

A dependência química é um transtorno crônico que atinge pessoas que fazem o uso constante de drogas ou álcool. Esses entorpecentes causam alterações neurológicas que afetam o modo de pensar, agir e se relacionar com outras pessoas.

A dependência é um problema que vai se tornando cada vez mais grave, por conta do nível de tolerância que o organismo desenvolve.

O uso contínuo aumenta a capacidade do corpo de metabolizar a droga, fazendo com que a pessoa aumenta cada vez mais o seu consumo.

O individuo passa a perder o controle sobre si mesmo e passa a ser um dependente daquela substância

Há 3 tipos de dependência química, são elas:

  1. Substâncias estimulantes

Essas drogas aumentam a atividade neuronal e deixam a pessoa acelerada e em alto estado de alerta. Elas também podem diminuir o sono e o apetite.

Uma das drogas estimulantes mais conhecidas é a cocaína, costumam gerar a sensação de euforia, ainda que o efeito não seja muito duradouro.

Essas drogas possuem alta capacidade de gerar dependência, já que o indivíduo precisa usá-la com mais frequência para manter o mesmo efeito.

Outra droga com efeito psicoativo é a anfetamina, mesmo que seja ilícita é uma substância encontrada em alguns remédios, como os de emagrecimento.

Essas drogas sintéticas podem causar taquicardia, elevação na pressão arterial, alucinações e convulsões.

  1. Substâncias depressoras

As substâncias depressoras promovem uma redução da atividade cerebral.

O álcool faz parte de uma dessas substâncias, por ser lícito, facilita o uso abusivo por grande parte da população.

O problema está em identificar os limites da ingestão, a fim de utilizá-las apenas socialmente, para que não se torne um vício.

A heroína também faz parte do grupo de depressores, assim como a morfina, codeína e outros opioides. Todas essas substâncias estão ligadas a inibição e ao alívio de dores.

  1. Substâncias alucinógenas

As drogas alucinógenas alteram a percepção de espaço e tempo.

A maconha é uma delas, seu efeito atua nos receptores canabinoides distribuídos pelo cérebro.

Em geral, os receptores ativados estão no córtex cerebral (geram pensamentos confusos), no hipocampo (afetam a memória) e no cerebelo (influenciam na coordenação motora).

Outra droga alucinógena com um efeito muito mais forte é o LSD. Doses pequenas dessa substância são capazes de produzir reações potentes e durar várias horas.

A pessoa que experimenta a droga pode ter os sentidos distorcidos, crises de ansiedade e de pânico, entre outros efeitos adversos.

Afinal a dependência química é uma doença?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a dependência química é definida como um transtorno caracterizado por modificações de comportamento e outras reações que sempre incluem o impulso de utilizar substâncias de modo contínuo.

A OMS define a condição como um agrupamento de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos em que o uso de substâncias assume uma prioridade muito maior para um individuo do que outros hábitos.

Ou seja, a dependência química é uma síndrome do tipo crônica e por esta razão deve ser tratada de forma séria e efetiva. Para isso busque o tratamento adequado para isso.

A IBTA é um Instituto Brasileiro de Terapias Alternativas, que trabalha com o tratamento de dependentes químicos. Ela utiliza como forma de tratamento a Ibogaína, um alcaloide alucinógeno, extraído da raiz da planta Tabernanthe iboga, proveniente se países africanos como Camarôes, Congo e Gabão.

Para saber mais sobre a Ibogaína acesse este link: O que é Ibogaína e no que ela pode ajudar?

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